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Desmoronam as culturas, até mesmo as civilizações, mas, perdura, enquanto existir for humano, o caudaloso surgimento na fonte criativa do estado-de-ser: a luz da razão natural, revisitada no desafio metódico dos conceitos aprendidos.
   

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DO DIFUSO E DO FOCADO, DO SOL E DO FAROL
O místico entende-se como uma produção da natureza; uma realização cósmica, como o leito de um rio, o recorte de uma costa rochosa, um estalagmito - essas colunas de calcário que se erigem no solo de uma gruta em função do longo gotejamentos das águas, das reações químicas entre os elementos contidos nos minerais, na água, no ar; do efeito da temperatura dos ambientes e das forças essenciais - como a gravidade, o magnetismo, as reações atômicas e moleculares. Advinha-se a sagacidade dos anciãos evocando os elementos como terra, agua, ar e fogo. É fácil imaginar cada pingo d’água como uma molécula primordial; um conjunto de gotas formando uma célula; as formações esculturais da rocha, órgãos: a realização dessa totalidade, um estado-de-ser que evolui e se eleva até tocar o teto formando um pilar estalagmítico – um místico estatelado e espantado tocando o céu com a consciência própria.

 

   

O que é essencialismo?

Pode ser assinalado, mas, apenas conhecido por você, como o perfume do jasmim: é a apreensão metafísica da perspectiva cosmo-existencial. Evita-se a interferência de especialistas dissecando o que faz sentido conhecendo por inteiro: a essência não órbita em eixo condicionando antagonismos.

 

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