ANTROPOLOGIA Ciência e arte existencial – uma nova epopeia

  • A antropologia não pode ser neutra; o antropólogo existe como estado-de-ser situado, inscrito numa cultura, marcado por impressões batismais. Para ser digno, o estudo antropológico deve reportar ao que é universal, coligado ao que é inerente e específico do Homo sapiente, sapiente: a capacidade de enxergar-se como estado-de-ser suspenso no eternal, apto a considerar as decorrências filosóficas atinentes a tal realização, operando no aprimoramento da cosmovisão, na construção de uma comunidade virtuosa, de uma boa vida.

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